Maratona Paper Mario

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Bem-vindos à mais uma maratona de reviews deste blog, já faz um tempo que eu não escrevo reviews e a motivação da vez me levou ao spin-off de RPG, Paper Mario.

Mais do que uma maratona, isto também é um manifesto contra a atual direção que a Nintendo decidiu dar à série nos dois jogos mais recentes, destoando-a do seu gênero original e tentando forçar em nós idéias que ninguém aprovou. Farão parte da maratona:

Paper Mario [N64]

Paper Mario: The Thousand-Year Door [GCN]

Super Paper Mario [Wii]

Comecemos por onde tudo começou comigo, assim como a maioria dos jogos que eu jogo hoje, a jornada começou nas locadoras. A capa do Paper Mario de Nintendo 64 sempre foi curiosa para mim, à início eu pensava que era um jogo em 2D, por causa do Mario cartunesco e outros personagens familiares em visual infantil, virando a capa haviam mais coisas que me fizeram continuar a acreditar que era um jogo 2D, mesmo com as claras imagens mostrando cenários 3D. Na primeira vez que eu aluguei o jogo, minhas impressões foram longe de ser positivas, estranhei demais a movimentação limitada, o excesso de falas, as batalhas por turno e o começo lento (pra mim, o pior aspecto de um jogo focado em história, eu fiz a mesma reclamação em Earthbound), eu jurei não querer mais alugar o jogo até eu resolver fuçar nos outros saves da fita alugada, que mostravam bem mais progresso e um Mario bem mais capacitado, me empolgou um pouco mas o começo travacento ainda era imperdoável, aluguei mais três vezes, quando eu finalmente comecei a me entender com o jogo e a apreciar seus charmes únicos, e depois de finalmente tê-lo zerado pela primeira vez, minha opinião mudou completamente.

O tempo passou, o N64 se foi, eu vi um Paper Mario 2 ser anunciado para GameCube, mas eu só voltaria a tocar na série em 2007 por causa do jogo de Wii, Super Paper Mario, que, à grosso modo, era como eu imaginava Paper Mario desde o começo. Como eu só comprei meu Wii em 2009, eu joguei esse jogo de montão na locadora mas só o completei alugando-o e jogando em casa, é certo que ele foge bastante do padrão mas eu me divertia demais, muito por conta de ser como eu imaginava Paper Mario desde o princípio. O jogo de GCN entrou um pouquinho depois, questão de meses, e ver aquele mundo imenso com aquela história fenomenal, o bom e velho combate por turnos e um começo RÁPIDO foram uma das melhores experiências que eu tive com video games, mesmo com o revés de ser o Paper Mario que eu menos joguei até eu comprar o jogo em 2012, ainda tive a má sorte de ter sido roubado e ter que esperar três anos para poder recomprá-lo .

Em suma, Paper Mario é uma série que me marcou, assim como a muitos, e ver a direção estranha que a série está tomando é no mínimo decepcionante. Então aproveite a leitura enquanto eu exploro o universo de papel do Mario 🙂

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