Super FOG vs. Paper Mario: The Thousand-Year Door

Introdução: Se um dia eu tiver que procurar por um exemplo de algo que evoluiu do razoável para o perfeito, o jogo da análise a seguir será a primeira coisa que me virá à mente. Paper Mario: The Thousand-Year Door é uma evolução massiva de todos os conceitos aos quais fomos apresentados no jogo de Nintendo 64, mas também é algo a mais, é aquilo que fundou os princípios de Paper Mario dos quais muitos fãs, como eu, achamos que nunca deveriam ter sido largados nas sequências que viriam, então venham comigo enquanto eu lhes digo o que faz desse jogo uma obra tão fantástica.

A História: Reitero aqui o alerta para spoilers dados anteriormente, se você não jogou e não quer saber da história, pule esse parágrafo agora.
Paper Mario TTYD é mais ambicioso na história do que o antecessor, sai o clássico conto da princesa raptada e entra uma temática de caça ao tesouro que se espalha por vários detalhes e aspectos da aventura. Ligando o jogo pela primeira vez, somos introduzidos ao conto de uma cidade a beira-mar  que cresceu grande e próspera, até que ela foi destruída por uma tempestade que devastou aquela terra como se ela nunca tivesse existido. Passados mil anos, uma nova cidade começou a ser construída no lugar, com isso, as pessoas que formariam seus habitantes começaram a espalhar contos e lendas daquelas terras, uma delas é sobre um tesouro da antiga cidade que jaz no subsolo da nova, e que está escondido atrás de uma porta selada com magia, a Thousand-Year Door.
A cutscene a seguir nos traz ao tempo presente, onde vemos Peach e Toadsworth de férias e passeando por diferentes localidades do Mushroom Kingdom e encalhados nessa cidade por falta de combustível no barco. Bem-vindos à cidade portuária de Rogueport! Enfim, Peach estava andando pelo centro da cidade até que um vendedor misterioso lhe aborda e lhe oferece uma pequena caixa, o vendedor diz que a caixa contém o mapa para o tesouro lendário da cidade mas diz que a caixa só pode ser aberta por uma nobre alma de coração puro, o vendedor dá a caixa para a princesa… e ela consegue abrir. Assim termina a cutscene que assistimos ao ligar o jogo, começando um novo save, nós temos a seguinte sequência.
Mais um dia normal na casa dos irmãos Mario, até que o carteiro deixa um telegrama na caixa do correio, Luigi sai para ver o que chegou… um início familiar, porém com uma continuação diferente. A carta era para Mario, e era da Peach em pessoa, falando que estava de férias viajando pelo reino e mencionando o mapa do tesouro que ela obteve com o vendedor, que ela incluiu junto com a carta esperando que Mario responda seu chamado e vá até Rogueport para ajudá-la a procurar. Sem muitos questionamentos, Mario parte para a nova aventura e o jogo começa aqui.
Mario chega a Rogueport e desembarca mesmo com avisos do piloto do barco que o trouxe, sobre contos sórdidos e perigos do lugar, mas ele insistiu em ficar já que Peach estava esperando por ele. Mas ao chegar lá, ele não encontra a Peach o esperando, e sim uma garota goomba fugindo de uma gangue pessoas vestindo trajes espaciais, Mario salva a guria dos estranhos valentões, ela se apresenta como Goombella, uma universitária estudante de arqueologia, que veio a Rogueport encontrar um dos antigos professores também com interesse no antigo tesouro da lenda, eles chegam à casa do professor Frankly e Mario lhe mostra o mapa, que o professor confirma como sendo o verdadeiro, Mario também encontra Toadsworth dentro do hotel de frente para a entrada da cidade dizendo que Peach desapareceu logo após lhe enviar o mapa. Frankly leva Mario e Goombella para os esgotos de Rogueport onde há ruinas da cidade perdida por todos os lados, e no centro dessa cidade, está a mítica Thousand-Year Door, Frankly explica que, de acordo com a lenda, são necessários os sete Crystal Stars para destrancá-la, e o mapa possui uma magia que aponta a localização das Crystal Stars com uma sempre levando a outra, toda vez que Mario sobe no pedestal em frente à porta, um pedaço do mapa se completa e aponta a próxima Crystal Star.
A progressão da história é bastante similar a do Paper Mario anterior, a cada capítulo completado, uma intermissão do lado dos vilões da história, é também pelas intermissões que somos apresentados aos antagonistas principais, os piratas espaciais X-Nauts, liderados por Sir. Grodus e o capitão Lord Crump, o mesmo que tentou atacar a Goombella em Rogueport, também descobrimos que esse bando raptou a princesa Peach por ela ter descoberto o mapa e todos os soldados estão orientados à não machucá-la por alguma razão. Além disso, Sir Grodus tem como aliadas as três Shadow Sirens, Beldam, Marylin e Vivian, um trio de irmãs da antiga tribo das sombras que aparentemente sabem de tudo sobre a Thousand-Year Door. Nesse meio tempo de confinamento, Peach acaba fazendo amizade com TEC, o computador central da base dos X-Nauts, ele reluta em ceder certas informações com o tempo mas acaba se tornando amigo da Peach pelo seu desejo de saber, em troca, TEC deixava Peach usar seu comunicador para enviar mensagens ao Mailbox SP do Mario, com notas importantes sobre a trama dos X-Nauts e das Shadow Sirens.
Enquanto isso, temos Bowser em seu castelo, reunido com seus capangas e sua assistente Kammy Koopa lhe dando as notícias sobre o paradeiro de Mario, Peach e a lenda do tesouro de Rogueport, e sem perda de tempo, Bowser vai perseguí-los até lá. Pra ser bem honesto, Bowser tem pouco destaque nesse jogo, porque ele está sempre chegando atrasado em todos os lugares, mas compensa pelas seções em que você controla ele em fases 2D semelhantes a um Mario clássico. Enquanto isso, Mario está encontrando mais parceiros, enfrentando diferentes inimigos e coletando mais Crystal Stars, mas as coisas começam a ficar interessantes no quarto capítulo, onde após ter sua identidade roubada pelo fantasma Doopliss, Mario se junta a Vivian, que brigou com as outras duas irmãs ao ser acusada de perder um item que nunca pois as mãos antes, depois que Mario recupera sua identidade, Vivian se alia permanentemente ao herói ao perceber como ele sempre a tratou bem, diferente das próprias irmãs. De volta ao cativeiro, TEC vai expondo mais verdades perigosas para Peach, como a de o tesouro da Thousand-Year Door ser na verdade a alma de um demônio que se crê ser o responsável pela destruição da cidade de mil anos atrás, quando essa informação chega ao professor Frankly, ele explica que as Crystal Stars foram criadas por esse demônio e usadas contra ele para poder derrotá-lo e selá-lo nos confins do seu próprio palácio, a Thousand-Year Door seria atualmente a entrada desse palácio e Sir Grodus quer usar o poder desse demônio para dominar o mundo. Próximo à última Crystal Star, Peach finalmente descobre por que os X-Nauts precisam dela, mas antes de enviar a mensagem completa, Grodus descobre a traição de TEC e o formata antes que pudesse causar mais problemas, e quando descobrem da iminente chegada de Mario, Grodus foge da base com a Peach e deixa o Lord Crump esperando com a última Crystal Star para uma batalha final, após triunfarem e obterem todas as Crystal Stars, Mario encontra a sala do TEC, que resistiu ao processo de formatação usando sua memória cache, ele avisa para onde Peach e Grodus foram e o envia de volta a Rogueport usando o teletransportador que os X-Nauts usavam para atacar. Mario se encontra com Frankly para finalmente abrir a Thousand-Year Door e entrar no Palace of Shadow.
Dentro do palácio subterrâneo, Mario se reencontra com as Shadow Sirens obstinadas em punir a traição de Vivian, entretanto elas agradecem ao Mario por terem aberto a porta e sobre como ele as ajudou indiretamente. Depois de derrotadas mais uma vez, Mario encontra Peach e Grodus na sala do trono, e lá Grodus explica que deixou a Crystal Star na base de propósito, pois sabia que Mario derrotaria Crump e viria direto para a Thousand-Year Door, poupando-lhe o trabalho de ir atrás das outras, Mario e Grodus lutam, mas mesmo em vitória, Mario não pode mais avançar porque Grodus ainda tem Peach como refém, nesse momento aparece Bowser, furioso por estar sempre chegando atrasado e querendo descontar em Mario toda a frustração de sua jornada atrapalhada, a distração acaba rendendo a Grodus uma chance de fuga, que termina no subsolo do castelo aonde Grodus apresenta ao Mario a tumba do antigo demônio, e que para revivê-lo é preciso que ele possua o corpo da Peach, nesse momento, Peach lamenta ter entregado o Mapa ao Mario e causado todos esses problemas, Grodus viola o caixão e a alma de Shadow Queen é libertada.
A ressurreição do antigo demônio é sentida em todos os lugares que Mario visitou, tremores de terra e pessoas prevendo o pior, Shadow Queen está de volta, em posse do corpo da Peach. Grodus, acreditando que Shadow Queen iria obedecer a pessoa que a acordou, tenta ordenar um ataque ao Mario, mas ela não obedece, perguntando a Grodus quem ele pensava que era para achar que a comandava, insatisfeito com a indisciplina, Grodus ameaça a mandá-la de volta para o caixão, mas é destruído em um só ataque, com Shadow Queen dizendo que ele deveria saber sobre o lugar dele como um escravo. Após isso, Beldam e Marylin aparecem aclamando seu retorno, quando Beldam toma a frente e explica que passou eras procurando por uma donzela que ela pudesse habitar e espalhando o rumor do lendário tesouro de Rogueport para ludibriar pessoas dispostas a procurar pelas Crystal Stars, ou seja, Beldam era o vendedor misterioso que entregou o mapa para a Peach, e ela esperava que os X-Nauts achassem as Crystal Stars, sendo totalmente inesperada a intervenção de Mario.
Shadow Queen nota a presença de Mario e seus amigos, e não se intimida com o fato de o demônio estar no corpo da Peach e parte para a luta, até chegar a um ponto em que Shadow Queen libera o máximo de seu poder e se torna invencível, com Mario prestes a perder a luta, as Crystal Stars reagem e se espalham pelo mundo para recolher vozes de apoio aos heróis, os gritos de torcida e votos de esperança acabam chegando ao palco da luta, enchendo Mario de poder e abalando as defesas de Shadow Queen, expondo parcialmente a alma da Peach e uma importante vulnerabilidade, a luta recomeça e após muita intensidade Mario sai vitorioso e consegue libertar o corpo da Peach da alma do demônio. Após a derrota de Shadow Queen, Beldam e Marylin fogem.
Mario, Peach e cia. vão embora do palácio com uma lição aprendida e o mundo mais uma vez salvo, no final, Mario e Peach se despedem de seus amigos em Rogueport, deixando a cidade com uma vista linda do pôr do sol.
Alguns dias depois, Mario estava de volta a sua casa, recontando a história para o Luigi, que desta vez esteve ocupado em uma aventura só dele, que permanece um mistério. Peach aparece na casa dos irmãos falando que Toadsworth encontrou um mapa do tesouro em meio aos guardados do castelo, e que desta vez ela acredita que seja um tesouro de verdade, assim o jogo termina com uma nota cômica e feliz.

Do ponto de vista crítico, a história teve um upgrade substancial em comparação com o primeiro jogo, tudo é bem contado, não há nenhum furo agravante e, principalmente, ela é boa! É uma história muito divertida e muito bem encaixada no contexto de Mario e haverão diversos momentos que causarão as reações mais sortidas possíveis ao jogador. Então, com a história devidamente abordada, vamos falar sobre a gameplay.

O Jogo em si: Em termos de estruturas e estilo gráfico, Paper Mario TTYD é uma evolução da fórmula do primeiro jogo, o jogo ainda é um RPG com influências fortes dos platformers, as batalhas por tuno estão de volta, assim como os trechos e puzzles similares a pistas de obstáculos, os movimentos básicos do Mario continuam sendo o pulo e o martelo e as mecânicas de combate continuam sendo de fácil entendimento porém com profundidade que recompensa os mais experientes. Porém as diferenças marcantes surgem logo no começo, primeiramente o Mario agora já começa o jogo equipado com o martelo e já sabendo os Action Commands, e logo no começo da história, já tem coisas acontecendo e você já está no meio da ação, sem tutoriais obrigatórios, sem uma seção cheia de batalhas mecanizadas, você já começa o jogo e sua única preocupação será entender o começo da história. É sensacional! Quem dera mais RPGs tivessem um começo rápido assim.
Além de melhoras muito bem-vindas no ritmo de jogo, Mario e seus parceiros estão no geral mais poderosos, eles ganham nível mais rápido do que no jogo anterior mas ao mesmo tempo as batalhas oferecem oponentes mais variados e com situações de combate mais variadas. Agora, toda vez que uma luta for iniciada, a batalha vai ocorrer no palco de um teatro com uma audiência assistindo, dependendo do cenário de fundo, podem haver peças que desmontam e acertam os personagens, tochas e jatos de ar frio que podem atingir os personagens, e certos membros da plateia que podem jogar itens ou atirar pedras dependendo de qual lado estão, adicionado à isso temos os novos Stylish moves, que servem para aumentar a velocidade com que a barra de Special se enche. Outra mudança importante é que agora os parceiros possuem seu próprio HP e valores independentes de ataque e defesa, e dessa vez os inimigos poderão usar itens ou até mesmo badges.

Os novos parceiros: Embora comece com um Goomba e um Koopa que fazem a mesma coisa que no jogo anterior, aqui o conjunto de parceiros de aventura é menor porém mais variado.
Goombella: Uma jovem estudante universitária que conhece todas as localidades e inimigos do jogo, dessa vez, listando seus tattles em um livro;
Koops: Um tímido koopa com um casco muito duro que se une ao Mario para procurar o pai desaparecido;
Flurrie: Uma atriz aposentada capaz de usar seus potentes sopros para revelar paredes falsas e seus quilinhos a mais para ter o melhor poder de ataque dentre os parceiros;Yoshi: Você o salva ainda dentro do ovo, e quando ele nasce você pode dar a ele o nome que quiser, ele aumenta sua velocidade no chão, flutua por cima de vãos largos e usa sua habilidade Gulp para desferir dano massivo à defesas impenetráveis;
Vivian: A Shadow Siren mais nova que não aguentou a forma como Beldam a destratava e se juntou ao Mario sem saber quem ele era no início, quando ela descobre quem ele é, reluta em se unir a ele, mas acaba cedendo ao ver como Mario a tratava bem. Vivian pode esconder Mario nas sombras e driblar obstáculos como espinhos que saem do chão.
Bobbery: Um bob-omb do mar que Mario põe de volta a ativa depois de descobrir a última vontade de sua falecida esposa;
Ms. Mowz: Uma ladra profissional de badges, ela é a única parceira opcional do jogo, sua habilidade é encontrar tesouros escondidos e possui um ataque fraco porém capaz de varar defesas.

Dinâmica de papel: Dessa vez, o nome Paper Mario não se aplica somente à estética mas também a certas mecânicas do jogo, acentuando ainda mais a sua influência. Após obter certas “curses”, Mario ganhará o poder de modificar o seu corpo de papel ao apertar certos botões ou pisar em lugares específicos. Pressionando X em plataformas especiais, Mario pode se transformar em um aviãozinho de papel para passar voando por grandes distâncias e alcançar lugares muito altos para se pular, ou um barquinho de papel para andar pela água em certas seções. Pressionando R, Mario ficará na lateral, como uma fina folha, permitindo que ele passe por passagens estreitas, e ao girar o analógico Mario se enrolara como um tubo, permitindo que ele role por baixo de buracos horizontais estreitos.
Outros elementos que constituem essa dinâmica são alguns fundos falsos de parede que podem ser assoprados com a Flurrie, mais algumas animações de papel rasgando em certas cutscenes, inimigos maiores como alguns chefões são desenhados em forma de papercrafts. De um modo geral, o jogo esfrega na sua cara que você está em um mundo feito de papel.

Um novo mundo a se explorar: A aventura não se resume somente a zanzar pelos becos sujos de Rogueport e alguns dos seus habitantes mal intencionados, os arredores da cidade portuária são vastos, e tal como o antecessor, mesmo sendo lugares enormes, há sempre o que fazer, seja aventura principal ou sidequests, que por sinal é uma coisa que há em abundância por aqui, coisas que podem ser deixadas para o pós jogo, porque pela primeira vez você pode salvar após derrotar o último chefe e voltar para Rogueport e fazer tudo que você deixou pendente. E embora as localidades sejam bem dispersas uma da outra, chegar nelas é relativamente fácil graças aos canos no subsolo da cidade, que é como metade da jornada transcorre. As localidades em si também merecem destaque pela variedade, digamos, exótica e pouco comum em outros jogos. A nossa aventura já começa em uma cidade portuária com relíquias históricas em seu subsolo, além disso nós conhecemos a floresta de folhas brancas de Boggly Woods, a cidade festiva de Glitzville, a vila chique de Poshley Heights, a fortaleza dos X-Nauts na lua. Um mundo bastante expansivo caso se use mais temas pouco explorados em outros jogos.

Gráficos e Som: O poder do GameCube permitiu dezenas de efeitos especiais ao mundo de papel do Mario, o estilo gráfico embora seja o mesmo, agora está mais animado, com cores mais vibrantes e maior variedade de texturas, fora os diversos efeitos de papel já discutido antes. No departamento sonoro, não somente temos personagens com vozes, mas melhoras drásticas no conjunto musical, além de termos melodias que casam bem com a situação, também temos temas de batalha incrivelmente viciantes e memoráveis, uma melhora muito necessária considerando a fraqueza nas músicas do jogo anterior.

Veredito: Para o caso de não parecer óbvio até esse ponto, eu amo Paper Mario TTYD, não hesito em falar que é o meu RPG favorito de todos os tempos, porque não apenas é uma melhora massiva em cima do predecessor, ele combina o melhor do mundo das batalhas por turnos com o melhor do gênero onde o Mario é rei, combinado com uma história muito divertida e bem contada, um sistema de batalhas que incentiva o jogador a melhorar, um ritmo de progressão mais rápido e uma sensação de poder maior para os meus personagens e por fim uma evolução massiva na qualidade das músicas. Paper Mario TTYD é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos, que eu jogaria quantas vezes eu aguentasse, não seria um jogo que eu enjoaria fácil. E para uma maravilha como essa, o placar não poderia ser outro se não o mesmo que define esse jogo: Perfeito!

score100

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2 pensamentos sobre “Super FOG vs. Paper Mario: The Thousand-Year Door

  1. Pingback: Maratona Paper Mario | Super FOG vs.

  2. Não tem como não gostar desse jogo mesmo, é pura perfeição. Conseguiu descrever bem a sua experiência e tudo o que essa maravilha oferece ao jogador. Futuramente escreverei um review também, que com certeza levará a nota máxima.

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